segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Paul Mccartney - Flaming Pie (1987)

Era um dia de sábado de verão, desses de calores insuportáveis.Meu amigo Andrew e eu sempre assistíamos ao programa Alto Falante e gravávamos os videos musicais em VHS.Nesse dia o programa nem foi tão bom.No fim, após uma breve notícia sobre Paul Mccartney,passaram o video de ''Young Boy''.Nunca fui muito fan da carreira do Paul pós Beatles, mas sei lá por quê, resolvi gravar.Ainda bem! Foi uma surpresa.A leveza da melodia da canção contagiou-me na hora e Paul, no video, cantando, dançando e curtindo tudo como um moleque, fez com que eu gostasse ainda mais de tudo. Via e revia esse video sempre, até há alguns anos, quando meu VHS estragou e comprei um aparelho de DVD. É a evolução...

Com o tempo, até esqueci dessa música que gostava tanto.



Eis que, nove anos após ver o video dessa canção na Tv e até ter esquecido dele, Estou caminhando pelas ruas de Guaxupé, em um sábado ensolarado que lembrava aquele de anos atrás, e avisto uma minúscula e antiga loja de cds. Entrei e comecei a procurar por alguma preciosidade esquecida nas estantes . Já estava quase indo embora sem encontrar nada legal, quando bati os olhos na carinha do Paul Mccartney .Era Flaming Pie. Pequei sem muita empolgação o álbum, todo empoeirado,esquecido alí há não sei quanto tempo. Li a lista de canções na contracapa. ''Young Boy'' estava entre elas. Lembrei na hora do outro sábado, o que eu ouvi a primeira vez essa música. Senti-me nostálgico, sorri. Eu havia encontrado a minha preciosidade.

Flaming Pie é empolgante, ensolarado e tem aquele feelin' dos '60, mas sem soar datado. Tem participações de grandes músicos e amigos de Paul, como Jeff Lynne (Eletric Light orchestra, The Traveling Wilburys), Steve Miller, além dos ex-companheiros de Beatles George Martin e Ringo Starr. Alguns, como eu, consideram esse o melhor trabalho do homem após os Beatles.E volto aqui a dizer: é melhor do que 99,9% dos trilhões de bandinhas que vemos por aí...


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

The Jesus and Mary Chain - Darklands (1987)


Acordei mais cedo hoje, com frio. Ao abrir a janela, tudo cinza. Ventava.Dirigi até o trabalho ouvindo Darklands, o segundo disco do The Jesus and Mary Chain, onde toda a barulheira do debut foi deixada de lado e tudo ganhou um tom sombrio.

''I go to the darklands
to talk in rhyme
with my chaotic soul...''


Mas apesar de ser sombrio, é notável um certo descompromisso dos irmãos Reid em soarem sérios demais. Ao contrário dos góticos da época, que se afundavam cada vez mais em abismos de tristeza em suas composições, os escoceses do Jesus soam mais como garotos entediados que fazem música em um dia chuvoso (como quase todos na Escócia) . Happy When It Rains retrata bem isso.

A sensação que tenho ao ouvir o Darklands é a mesma de enrolar-me em um cobertor macio e deitar-me na cama, no escuro, em um dia de inverno bem frio e chuvoso. O nome disso pra mim é conforto.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Sparklehorse - Discografia (Complemento)


Danger Mouse And Sparklehorse - Dark Night Of The Soul (2009)
Imagina um projeto envolvendo Black Francis (Pixies), Julian Casablancas (Strokes), The Flaming Lips, Nina Persson (Cardigans), Iggy Pop, Suzanne Vega, Gruff Rhys (Super Furry Animals), Vic Chesnutt (Elf Power), Jason Lytle (Grandaddy), James Mercer (The Shins), Sparklehorse, David Lynch (sim, ''O'' Lynch) e Danger Mouse (produtor de Beck, The Good, The Bad and The Queen, Gnarls Barkley). Imaginou? Agora só ouvir então! Nem dá pra falar muito de algo assim. Fueda és poco!

E tem também esse álbum abaixo, que foi gravado com Christian Fennesz, músico australiano. Logo escrevo algo decente sobre esses dois álbuns aqui, prometo.



Sparklehorse + Fennesz - In The Fishtank 15 (2009)

domingo, 23 de agosto de 2009

Son House - The Complete Library of Congress Sessions (1941-1942)

Tempo frio e nublado. Acordo nostálgico e sinto o peso em minhas costas aumentar. Mais um ano se passa. Não gosto de aniversários. Depois de um almoço com a família, entro no quarto e coloco esse álbum. Na janela, nuvens cinzas. Na vitrola, o chiado confortável da agulha no vinil. Um velho blues começa...

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

The Vaselines - The Way Of The Vaselines - A Complete History (1992)

Um bom dia em Glasgow.Parece que tudo está indo bem.Acordei com o barulho da chuva no telhado, li um trecho da bíblia, tomei o café da manhã e saí com minha capa de chuva lilás.A desolação do parque é apenas aparente. Quando termina a chuva, dezenas de pequeninos seres aparecem em todos os cantos: pássaros, borboletas, um ou outro esquilo e alguns cães. Saio de casa toda manhã e vou sempre ao mesmo local, o Café Willow Tea.É como se um imã me atraísse.Peço um expresso, apesar de não ter vontade alguma de beber.A garçonete pergunta se quero uma empada de queijo. Ela sempre pergunta isso, porque as primeiras vezes que fui ao Café comi algumas.E agora eu sou o Garoto das Empadas de Queijo. Parei de comê-las, passei a tomar apenas um expresso.Continuarei assim até a garçonete esquecer que um dia fui o garoto das empadas de queijo. Só espero que ela não passe a achar que me tornei o garoto do café expresso. Mas acho que não há esse risco, porque muitas pessoas vão a um café apenas para tomar...café. O. Willow Tea é um dos Cafés mais antigos da cidade. É decorado com fotos de pessoas famosas que nunca estiveram lá. Tenho uma sensação estranha quando fico lá sentado, a maior parte do meu tempo livre, escrevendo canções e esperando que algo de diferente aconteça um dia, para quebrar a monotonia. Às vezes componho uma canção inteira alí sentado. Às vezes levo meus fones e fico quietinho, olhando meu café esfriar e curtindo alguma banda local. Da última vez fiquei ouvindo Vaselines.Apesar do nome ser meio inusitado, a bandinha é linda.Um casal que toca e canta pop fofo.Li em alguma revista antiga que era a banda preferida do Kurdt Kobain.Legal. Mas legal mesmo! Soa como se crianças doces e inocentes fizessem uma banda de punk. Bem, acho que vou ao cinema agora. Preciso conversar com o dono de lá.É parte de um trabalho de escola.Parou de chover.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Dinosaur Jr - Farm (2009)

Ents : da Terra Média para a arte de capa do cd. No mínimo, inusitado!
link novo!


Nessa década aperecereu uma enxurrada de bandas novas. Algumas legais, outras (a maioria) ruins demais, mas que ficaram famosas devido ao Hype. Não quero bancar o saudosista (até porque não vivi os '90) mas, sem dúvidas, as bandas daquela época são beeeem melhores que as de hoje. Quer a prova? Esqueça Strokes, Killers, Libertines e todas essas coisinhas ruins que surgiram do nada e foram pra lugar nenhum, e ouça Farm, o novo álbum do Dinossaur Jr. Essa banda é da época em que o som era mais importante do que a aparência bonitinha, da época em que os músicos realmente sabiam tocar seus instrumentos e haviam solos de guitarras (ah, que falta sinto dos solos!), da época em que as letras falavam de relacionamentos, de amores não correspondidos e dores de cotovelo (ô nostalgia...soei como um velhinnho lembrando de sua geração perdida).
Em minha opinião já é o melhor álbum do ano.



J.Macis, guitarra(o senhor do barulho!), Lou Barlow (Folk Implosion e Sebadoh) no baixo e Murph, na bateria.

domingo, 26 de julho de 2009

Life is too good!

Life is too good!


Descobri o tumblr essa semana e, à convite de meu amigo Nit, comecei a postar por lá também. Pra quem ainda não conhece, pra comentar é só clicar no post em questão e mandar ver. As visitas são importantes e os comentários, mais ainda. Espero que gostem. A toda hora tem algo novo por lá.
A url é http://lifeistoogood.tumblr.com/


Life is too good!

Elvis Costello - My Aim Is True - 1977

Favor não confundir o nome com o outro Elvis, e nem confundir a foto com o Buddy Holly nem com o Rivers Cuomo.

O Costello foi o primeiro indie do mundo. E até hoje, seu som é melhor do que 99,9% de todas as bandinhas indies que nascem todo dia da grande mamãe chamada ”Hype”. A única bola fora dele é ser casado com a Dianna Krall; esse é o seu primeiro álbum (do Elvis, não dela) e se chama ''My Aim Is true''.


Elliott Smith - Either/Or (1997)

Password: abcafterglow

Tenho a seguinte filosofia: para ser uma pessoa bonita, é preciso se cercar de coisas bonitas. Ignorar toda a podridão do mundo e buscar por coisas que te deixam confortável, feliz, coisas sinceras. Não adianta nada se dizer simples, bonito, inocente, se na verdade tudo o que você gosta, tudo o que você absorve, é o contrário. A beleza do mundo está nos olhos de quem vê (nossa, soou tão cliché isso dito assim...mas é o que penso).

Elliott Smith é um de meus músicos preferidos. Não sei por que até agora eu não havia postado nada dele no blog. Either/Or é o que eu mais gosto. Canções lo-fi agridoces para corações partidos.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Bon Iver - Blood Bank

Um mundinho perfeito onde as pessoas são sutis e tudo é encantadoramente doce. Ouço minhas canções folk tristonhas, com a cabeça afundada em um travesseiro macio, até o sono chegar e levar-me até lá.


Pedro The Lion

Slowcore: aquele indie rockinho triste pra burro, dedilhado, com algumas guitarras fuzz e uma voz lenta, calma e, claro, melancólica (palavra presente em quase todos os posts e álbuns do blog, aliás). Apesar do nome estranho, com relações bíblicas, a banda merece ser ouvida. É o tipo de som que ouço em um domingo nublado, quando estou fazendo alguma outra coisa em casa, como colocando meus cds em ordem alfabética pela milésima vez, ou organizando meus livros.



Whole (1997)


It's Hard to Find a Friend (1998)


The Only Reason I Feel Secure (1999)


Winners Never Quit (2000)


Progress (2000)


Control (2002)


Achilles Heel (2004)


Tour EP '04 (2004)


Stations (2004)

terça-feira, 30 de junho de 2009

Nietzsche Cywisnki


Shoegaze foi uma palavrinha inventada para denominar certas bandas que apareceram no Reino Unido nos nos 80. Bandas de garotos que tocavam olhando para baixo, ou de costas, devido à timidez de encarar o público. Além de esconder seu olhar, eles se escondiam atrás de um mar de ruídos e teclados e vocais melancolicos. Jesus And Mary Chain, My Bloody Valentine, as clássicas. Hoje, salvo uma ou outra novidade (de qualidade), esse estilo anda um tanto abandonado, por parte dos músicos e dos apreciadores.

Aqui no Brasil temos algumas bandas respeitadas, e também uma molecada nova que anda fazendo muito ruído por aí. Um deles é o meu amigo Nietzsche Cywisnki (myspace aqui), que teve matéria publicada essa semana na Uol/Mtv (clique para ler). Acompanho o Nit desde quando nos conhecemos pela net, em 2007 e, como sempre digo, ele tem uma sutileza e um talento natural para escrever e compor. No myspace é possível conhecer algumas de suas canções . E aproveitando o assunto, deixo aqui uma coletânea de shoegaze com bandas nacionais (incluindo uma música do Nit ).


1 - Old Magic Pallas - Stargazer
2 - Bandini - The last accolate
3 - Sonic Disruptor - Plastic Sunny Car
4 - Team Radio - Puffy Kid
5 - A Sea of Leaves - Permanent Wave
6 - Low Dream - I Never Had Sugar Dreams
7 - The cigarretes - Different Stories
8 - Nocturno - Différence et répétition
9 - Inverness - Kites
10 - Pin Ups - Candle
11 -Second Come - Run
12 - Inverness - Astral Slide
13 - Pin ups - Loose
14 - Brincando de deus - Til you come
15 - Wry -Never Sleep
16 - Nietzsche Cywisnki - Aurora Experimental

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Chris Garneau - El Radio (2009)


Violoncelos, violinos, acordeon.The Leaving Song, a primeira canção do álbum novo álbum do Chris. Logo de cara, uma música pra lá de intensa. Eu que já não sou uma pessoa alegre logo pensei: se o álbum continuar assim, vai acabar comigo. E para a minha surpresa, a segunda canção já é mais animadinha. Esse menino tem uma capacidade fora do comum de conseguir transormar sentimentos em música. Consegue criar pop songs sublimes, delicadas e intensas. O álbum todo é como uma montanha russa de sentimentos. A melancolia se faz presente do começo ao fim, mas há momentos alegres, infantis e confortantes também.
Sempre digo que a tristeza pode ser bela. Eis um exemplo disso bem aqui.

domingo, 21 de junho de 2009

Patrick Park

Patrick Park - Everyone's in Everyone (2007)


Loneliness Knows My Name (2003)




Acordar cedinho. Pulôver, cachecol. Um capuccino bem quente com chantilly, naquele Café de sempre. Um cd em mãos pra curtir pela manhã, enquanto trabalho. Meu primeiro dia de inverno, a melhor estação do ano. Tudo ganha uma cor diferente no inverno. As pessoas ficam mais bonitas (mais vestidas, no caso do Brasil, principalmente), o sol fraco, ilumina tudo de um modo peculiar. Fico mais feliz no frio.
Lucil jr

-*-

Ouvir Patrick Park no inverno, com esse friozinho mais que confortável e aconchegante. Suas doces e levemente tristes canções, fazem-me pensar no menino que amo. Patrick Park é para aquelas pessoas que já passam por várias "tempestades" existenciais; se sentiram indiferentes e sentimentais em vários assuntos da vida, e mesmo assim não perderam a sua essência; o seu modo de sonhar e sentir as coisas.
Isabelle Simões

segunda-feira, 15 de junho de 2009

American Football - American Football (1999)



De uns anos pra cá, quando ouvimos a palavra Emo, imediatamente pensamos num sujeito andrógino, de franja enorme e laqueada, com um visual dark muuuuuito carregado, sentimentos que não cabem no peito e uma tristeza sem fim. Emo, derivação de emotive hardcore, deixou de ser um sub-estilo musical e se tornou um rótulo, pra esses púberes bizarrinhos que vemos por aí ...

Mas...há muito tempo atrás, numa galáxia muito muito distante...

Emo era apenas um estilo musical. As principais bandas eram de Washington,Illinois, Texas e da Florida. Eram apenas caras que misturavam um rockinho alternativo, uns dedilhados acústicos e algo de punk. Eu curto mais o estilo mais calmo de bandas como Mineral, Sunny Day Real State e American Football. Algumas dessas até lembram um pouco post-rock e math-rock, tem umas viagenzinhas bem bacanas e experimentais. O uso de trompete é um diferencial no American Football. E, como em muitas do estilo, o vocal desafina-se completamente em quase todas as canções. Mas isso, além da falta de tecnica, claro, serve como uma expressão artistica do lirismo contido nas letras. Essa banda conta com Mike Kinsela, que já tocou em muitas outras bandas do estilo. Aliás, a família Kinsela é grande e bem conhecida pelas diversas bandinhas legais que têm.
Enfim, foi difícil pra eu conseguir coragem e seriedade suficiente pra ouvir uma banda desse estilo, mas agora confesso que não consigo parar de procurar mais e mais pra curtir. Vou postar o primeiro do American Football aqui. Um álbum que está entre os meus preferidos, como todos no blog. Tentem se arriscar, sair da cela de curtir só um estilo ou outro, abram a cabeça e ouçam com honestidade. Quem curte um indie rock básico, se não gostar desse álbum, será um hipócrita, preconceituoso. O treco é bom!


-*-

Medos, incertezas, um garoto pensando na menina que ama. American Football.

domingo, 7 de junho de 2009

Iron & Wine - The creek drank the cradle (2002)

Amar tem a ver com se entregar, dar-se e dedicar-se ao outro. Sem esperar o mesmo em retorno.Tratá-lo como você gostaria de ser tratado.Penso assim. Todo o carinho, proteção e cuidados que eu mostro, é como eu acho que seria melhor tratado.
Estava pensando nisso nessa manhã de domingo, fria, ouvindo esse álbum. É o primeiro do Iron & Wine, ou Sean Beam, que é o homem por trás do nome. Os sons, suaves, sussurrados, acústicos, evocam paisagens rurais, campos e riachos, lembram-me de manhãs e fins de tarde confortáveis.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Delgados - Hate (2003)

''Descobri'' o Delgados há uns três anos, vasculhando a net em busca de bandinhas escocêsas. No video de Coming In From The Cold, vi-me na pele do rapaz aparentemente comum que trabalha em um escritório e tem uma vida monótona. Que leva livros pra ler sentado no banco da praça durante o horário de almoço. Que suspira e espera por alguém que apareça em sua vida e a colora. Eu esperei muito tempo por isso(ahn...20 anos, precisamente), até finalmente acontecer. Mas eu ainda trabalho em um escritório e ainda leio em praças na hora do almoço. Certas coisas nunca mudam...
Delgados lembra-me dias frios, com vento balançando as árvores e um sol suave dando uma cor desbotada a tudo. Dias calmos, monótonos. E bons.

Death cab For Cutie - Plans (2005)

Acordei às seis. Caneca de chocolate quente. Death Cab. Saudade. Esse é o meu preferido deles. Levei meu cd para o trabalho e continuei a ouvir durante toda a parte da manhã, bem baixinho, nas caixinhas de som do meu pc, para não encomodar a ninguém. Nó na garganta e dor no peito o tempo todo. Saudade, muita saudade mesmo. Gosto de bandas simples assim, que ainda falam de amor.

''Love of mine someday you will die
But I'll be close behind
I'll follow you into the dark''


terça-feira, 26 de maio de 2009

Alexi Murdoch - Time Without Consequence (2006)

Não conheço muita coisa sobre esse folkman inglês. Descobri-o, como a maioria, através da bela canção Orange Sky, que toca em umas dez séries de Tv (ouvi-a primeira vez em The OC). Mas todas as músicas do álbum são muito boas também: acústicas, suaves e melancólicas. Confesso que esse é o meu estilo preferido, o que alguns chamam de indie-folk. Eu chamo de canções tristes levadas ao violão.



domingo, 10 de maio de 2009

Nick Drake - Discografia

Five Leaves Left (1969)




Bryter Layter (1970)




Pink Moon (1972)


p.s.: Senha/password: erawilson.blogspot.com

God Help The Girl (2009)

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Sparklehorse - Discografia

NOVOS LINK'S.

Vivadixiesubmarinetransmissionplot(1995)



Good Morning Spider (1998)



Distorted Ghost EP (2000)





It's A Wonderful Life (2001)


Dreamt For Light Years in The Belly of A Mountain (2006)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Red House Painters - Discografia

Retrospective (Coletânea ''cd 01'')


Retrospective (B-sides and rare stuff - cd 02)

Early Demos (1991/1992)

Down Colorful Hill (1992)


Red House Painters I (1993)

Red House Painters II (1993)


Shock Me EP (1994)

Ocean Beach(1995)


Songs For A Blue Guitar (1996)


Old Ramon (2001)