
terça-feira, 17 de agosto de 2010
American Football - EP (1998)

sábado, 31 de julho de 2010
General Fiasco - Buildings (2010)
Os moleques irlandeses do General Fiasco começaram com a banda em 2006 e fizeram seus primeiros shows no ano seguinte.Buildings,o primeiro registro, saiu agora em 2010. Tenho ouvido muito esse álbum ultimamente (na verdade tenho ouvido muita coisa.Muita coisa igual. 99% das bandas indies que estão por aí são idênticas.Se repetem a cada álbum.O mais engraçado é que, geralmente, quem gosta de determinada banda,consequentemente acaba gostando de todas as dezenas de outras semelhantes). Em meio à mesmice, o General Fiasco se sobressaiu logo na primeira audição.Não é nada de novo nem mirabolante, o som. São pop songs melódicas,animadinhas, quase inocentes. São meninos fazendo boa música.quinta-feira, 29 de julho de 2010
Iron & Wine - The Shepherd's Dog (2007)
Sam Beam, do Iron & Wine, fez seu nome com dois álbuns de folk assombrosos gravados esparçamente.Seu novo álbum, “The Shepherd’s Dog”, leva-o a um novo território, com uma banda completa e uma certa quantidade da magia de um estúdio, um pouquinho disso, cortesia de seu produtor, Brian Deck.Beam é também um homem de múltiplos talentos – ele dirigiu seus próprios vídeos no passado e fez a arte de seu novo álbum.Nos encontramos uma semana antes do lançamento do "The Shepherd’d Dog”, quando estava se preparando para embarcar em uma turnê pelo leste dos EUA e no Reino Unido.
Imagino que as coisas devem estar bem loucas para você agora,se preparando para lançar um álbum e sair em turnê.
Bem, tenho estado mais ocupado que o normal, mas isso não é ruim.
Você esteve na Bretanha no começo do ano para uma apresentação.Achou o público inglês diferente do público americano?
Não é tão diferente.Há bons lugares para tocar e lugares ruins,mas você pode dizer isso dos Eua também. Mas será bom.Nós não tocamos por lá já tem um tempo.
Você fará a turnê com uma banda completa?
É uma banda com oito músicos.São eles Chad Taylor (Chicago Underground/ Sea&Cake)na bateria,Benny(Massarella) do Califone,na percusão,Matt Lux (Isotope 217)no baixo,Leroy Bach (da primeira formação do Wilco)tocará teclados e alguma guitarra.Paul Niehaus toca pedal steel, Patty (McKinney),que toca comigo desde quando comecei a tocar com uma banda, na guitarra e minha irmã(Sarah Beam) também vai.Acho que são todos.
O novo álbum é bem diferente dos outros, e fiquei impressionado com a aparente facilidade da transição das gravações antigas, simples, para um som mais completo. Você fez o som já para uma banda completa ou começou com algo mais básico?
Faço demos de tudo,só porque gosto.Mas essas foram um pouco mais encorpadas do que as outras, porque eu sabia que queria um álbum mais complexo.E também sabia que queria trazer algumas pessoas para fazer coisas que eu não conseguiria. Então deixei um tanto do álbum aberto, deixei um espaço para surpresas.
Você sente que tendo toda a percussão em volta de você te deixa mais livre no violão?
Não exatamente.É uma espécie de algo mais intuitivo.Eu não tenho nada muito planejado.A raiz das canções ainda é só eu,meu violão e um caderno de anotações. Às vezes o ritmo muda um pouquinho,mas não com freqüência.Muitas vezes, quando a percussão aparece,não combina com o violão ou propositalmente o encobre. Isso depende da música, realmente.
Sei que você disse que ouviu muita música africana no passado.Isso influenciou o resultado do novo disco?
Definitivamente.Há uma canção, “House by the sea”, que é quase uma highlife certinha.
Sim! Ela soa bem oeste-africana, um pouco como algo de King Sunny Ade.
Yeah. Você sabe,a gente começa a empilhar arranjos - usualmente nós tiramos todas as coisas fora depois. Nessa canção, deixamos tudo, como uma grande colagem. Eu amo essa música.
Que outras coisas africanas você ouviu e gostou?
Eu realmente gosto de Ali Farka Toure, algumas das cantoras, mas muita coisa é gravação de campo. As coisas mais novas não conheço muito.Não sei como são mas... provavelmente não devem ser nada tão surpreendentes.É exatamente o tipo de tudo o que temos por aqui.
Você tem um currículo cinematográfico e dirigiu seus próprios vídeos no passado. Tem algo em mente para alguma canção do “ The Shepherd’d Dog”?
Eu meio que passei isso dessa vez para uma garota chamada Lauri Faggioni. Não porque eu não queira fazê-los – realmente quero.Só só não tenho tido muito tempo esses dias.Infelizmente. Espero que no futuro eu faça mais.
O vídeo para “Southern Anthem” é interessante. Estou indo muito fundo nisso ou é uma metáfora para a reconciliação racial?
Não, realmente é. Não é um ensaio, contudo – é mais como um poema.Não é um problema matemático onde se tem a resposta certa.Mas definitivamente quando você tem um cara branco e uma garota negra dando uns amassos é difícil ignorar o assunto.
Especialmente quando a canção é chamada “Southern Anthem”.
Correto.
Bastante gente tem meio que tentado rotulá-lo como um “Artista do Sul” – é esse vídeo uma espécie de reação a isso?
Não é realmente uma reação.Como você disse,a canção é chamada “Southern Anthem”, então quando eu faço um vídeo tento fazer algo...é engraçado poder revisitar uma canção e fazer algo que não ilustra realmente a canção, mas funciona tangencialmente ou trabalha paralelamente com a música de algum modo.
Mas quanto às pessoas me rotularem de um modo ou de outro,não ligo muito pra isso.Honestamente.Quero dizer, eu reconheço que o contexto em que trabalho é o sudoeste, porque é onde cresci e onde estou mais familiarizado.Quero escrever algo que pareça verdadeiro de um certo modo e é isso que eu entendo.Mas ao mesmo tempo, tento escrever canções humanas ,sobre experiências humanas, coisas que espero que pessoas que vivem em qualquer lugar possam entender. Mas o contexto é meio que definitivamente específico, geralmente.
É como se o cinema brincasse dentro de suas canções, de certo modo, porque muitas delas são bem visuais, como “Boy With A Coin”, em que há três cenas. Por isso fiquei curioso se “Pagan Angel and a Borrowed Car” tem algo a ver com a administração do Bush.
(risos)Bem,você pode dizer isso, eu acho.Você pode ter essa leitura, mas você pode ler de vários modos.Essa especificamente veio da idéia de aviões no céu.Mas você pode ler de qualquer modo que quiser.
Acho que foi algo sobre o trecho “righteous drunk fumbling for the royal keys” que me levou a isso.
(risadas) Você pode aplicar isso à canção, mas você pode aplicar isso a um tipo de coisa shakespeariana também. Gosto de escrever de um modo ilustrativo, descritivo. Prefiro descrever a explicar. Até porque eu raramente tenho algo a dizer. É muito mais interessante, para mim, descobrir algum significado que você não sabia que poderia criar.
Estou certo de que meus estudos em roteiro para cinema me ajudaram a fazer isso, mas na verdade isso remonta a um período anterior.Essa foi uma das razões que me levaram a fazer cinema,em primeiro lugar. Sou meio que interessado em comunicação visual. Pra mim é mais sobre sugestionar que argumentar um ponto. Desse modo, cria-se um entretenimento de valor sempre rejuvenescido.
Em algumas canções, como músicas de propaganda – e não me entenda mal.Amo algumas músicas de propaganda. São algumas de minhas canções favoritas no mundo.É que não gosto de escrever isso. A canção vinga ou falha só baseando-se no ponto que você argumenta com sucesso.Gosto de colocar imagens em conjunto, que criam significado se você ouvi-la uma vez, mas se você ouvir outra vez você provavelmente vai ter um significado diferente.
Você tem um modo único de gravar a sua voz – meu amigo chama isso de falsetto sussurrado. Você cantava assim antes de começar a gravar? É exatamente como sai?
É difícil dizer.Acho.Não tomei anotações enquanto estava desenvolvendo (risos).Mas parte disso são só limitações em minha voz.Mas também um monte de coisas de quando comecei, um monte de assuntos sobre os quais eu estava cantando não pediam realmente por alguém que gritasse.Acho que você pode até fazer isso, como um ponto de contraste,mas não parece muito certo. Muitas coisas eram como cartas de amor, então isso levou ao modo como faço.
No novo álbum, é como se estivesse em um outro nível, com muitos efeitos em sua voz.
Nada é realmente sagrado quando se está gravando.Por exemplo, nos recorremos a um Leslie em “Carrousel”.Não é que estávamos tentando ser malucos ou coisa assim, eu só pensei que seria divertido.Nessa canção, o violão e o piano trabalhando juntos soaram como água, então eu pensei que seria divertido fazer isso soar como se estivesse imerso, foi só algo intuitivo,no final. Não há certo ou errado.
créditos do link: http://longdesertrain.blogspot.com*Tradução livre de entrevista feita pela Pitchfork em 1º de Outubro de 2007.
This is Just a Modern Rock Song:Há dois anos trazendo conforto musical.
Há exatamente dois anos minha namorada e eu começamos esse blog.Sem ambições, de maneira descompromissada.O objetivo era simples: compilar nossos álbuns favoritos,compartilhá-los com todos os que gostam de boa música.terça-feira, 27 de julho de 2010
She&Him
Zooey tinha feito em sua casa algumas fitas demos. Por um pedido, ela decidiu enviá-las para Ward. Ward chamou-a pouco tempo depois, dizendo-lhe que gostaria de gravar suas canções, assim surgindo a banda She & Him. Zooey, disse em uma entrevista: "Eu sempre amei a música, desde que eu era realmente pequena. Eu só gostava de cantar".
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Owen - At home with Owen (2006)

Com o Owen, Mike faz um folk tranquilo,intimista, que lembra um pouco o Aqualung - menos pop e mais folk. Creio que o belo e confortável video de One Of These Days ilustra muito bem o som. Quando o vi fui tomado de uma imensa nostalgia, de quando era mais novo e ia sempre de bicicleta ao trabalho.Acordava logo cedo, tomava uma caneca de chocolate quente, vestia meu moleton e saia de casa pedalando.A canção me trouxe de volta essa sensação gostosa da manhã: a brisa fria e o silêncio em volta,tudo ainda calmo e o dia, preguiçoso,mal começou.Enquanto ouço Owen,fico com um sorriso tranquilo no rosto,fico em paz.E tudo parece mais bonito e simples.
domingo, 18 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Mopho - Mopho (2000)
Damon & Naomi - The Wondrous World of Damon & Naomi (1995)
domingo, 4 de julho de 2010
Cats On Fire - Draw In The Reins (2006)
Link retirado do blog: http://area51delcorazon.blogspot.com/terça-feira, 29 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
Mineral - EndSerenading (1998)
O Mineral, apesar de ter tido vida curta e lançado pouco material, é uma de minhas bandas americanas preferidas. O som melancólico, ora repleto de silêncio,ora explosivo, é uma viagem de sentimentos.Daqueles álbuns sagrados pra ouvir sempre da primeira à última canção.Espero que apreciem.terça-feira, 22 de junho de 2010
Television Personalities - They Could Have Been Bigger Than The Beatles (1982)
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Ólafur Arnalds - ...And They Have Escaped the Weight of Darkness (2010)
terça-feira, 15 de junho de 2010
Very Truly Yours - Things You Used To Say (2010)
domingo, 13 de junho de 2010
Moby - Play (1999)

"Why does my heart feel so bad ?
Why does my soul feel so bad ?"
sábado, 12 de junho de 2010
Leonard Cohen - Songs Of Love and Hate (1971)
Quick post obrigatório: terceiro álbum do Leonard Cohen.Triste,sofrido,belo.Toda vez que ouço ''Avalanche'', sinto-me melancólico imediatamente. Se fico em silêncio ouvindo o poema cantado por Cohen, sinto as lágrimas aparecerem e o coração apertar.E está é somente a primeira canção. Se você acha que toda canção que tem ''la-la-las'' é feliz, ouça ''Sing Another Song, Boys''.Chega a machucar.Sintam as canções de Amor e Ódio de Leonard Cohen.É perfeito do começo ao fim.Morphine - The Night (2000)
Morfina: o mais poderoso opiáceo, utilizado contra a dor.Morphine: canções que são a cura para a dor.
Enquanto o fármaco alivia dores físicas, a banda alivia as dores emocionais. Esses foram dias de silêncio.Dias apáticos, letárgicos. E pior que se sentir triste, é não sentir nada. Ia a um café, sentava e ficava um longo tempo olhando as pessoas passarem pela rua, através da vitrine. Olhava bem o rosto de cada um, os gestos.Bebia meu capuccino lentamente, observava as pessoas que estavam no café também. Comiam, conversavam,iam embora. E eu alí no canto, em uma mesa, encolhido, sentindo o frio de um dia nublado e esperando poder sentir algo mais. Em casa, peguei meu álbum do Morphine na prateleira, empoeirado. E logo nos primeiros slides do baixo de duas cordas de Mark Sandman na primeira canção (The Night), finalmente senti algo: conforto.
Morphine é a banda de Mark Sandman, multi instrumentista que tocava um curioso baixo fretless de duas cordas, somente fazendo slides. Os demais membros da formação nada convencional são um saxofonista e um baterista que, na maioria das canções, toca uma cocktail drum. Sandman tocou , antes de formar o Morphine, no Threat Her Right (que indico). Sua voz aveludada e suas letras, poéticas, ditam o tom de todos os álbuns lançados pela banda. Um misto de jazz, blues e rock (sem guitarras).The Night é o último, póstumo, lançando após Mark Sandman morrer em pleno palco, num show na Itália, vitimado por um ataque cardíaco fulminante.
Death In June - But, What Ends When The Symbols Shatter (1992)

terça-feira, 8 de junho de 2010
Rocketship - singles (1993-1996)

Para quem gostou da banda, aí está mais um cd composto por singles, b-sides e faixas raras lançadas nesses três anos desde a formação; além das canções "Golden Daffodils", "Your New Boyfriend" e "Like a Dream", que encontramos no álbum "A Certain Smile, A Certain Sadness".
Postado por: Isabelle
sexta-feira, 4 de junho de 2010
500 Days of Summer - Soundtrack (2009)
Depois de Before Sunrise/Sunset, é um dos melhores filmes de romance contemporâneo, para mim. Recomendo!
Rocketship - A Certain Smile, A Certain Sadness (1996)
Rocketship é uma banda formada em Sacramento, California, em 1993. Eles já gravaram mais dois álbum depois desse e tocam até hoje. Não conheço muita coisa deles, porque comecei a ouvir essa semana, então estou postando o primeiro álbum.
É um indie pop bem calmo, desses que você se sente bem ouvindo com esse clima frio confortável, debaixo do cobertor com um sorriso no rosto, lembrando de momentos doces.
Postado por: Isabelle
sábado, 29 de maio de 2010
Julie Doiron - Goodnight Nobody (2004)
Esses últimos dez dias foram alguns dos melhores dias da minha vida. Porque passei-os ao lado da minha menina. Ouvir música, assistir filmes, ir em Cafés à noite, passear de mãos dadas pela cidade. Coisas simples assim se tornam realmente mágicas, bonitas e sublimes quando a pessoa que mais amo está comigo. E quando ela vai embora, no dia seguinte a saudade já é tanta... e a única companhia que tenho é a música.
Easy Rider - Original Soundtrack (1969)

segunda-feira, 17 de maio de 2010
Carissa's Wierd - Songs About Leaving (2002)
Estou sem dormir há mais ou menos uma semana. Claro, tiro uns rápidos cochilos no meio da tarde, mas que não repõem as várias horas acordado. Após um certo tempo com insônia, o meu corpo fica mais agitado, em vez de apresentar sinais de cansaço.Bem, meus olhos ardem e estão vermelhos, mas fora isso, sinto uma estranha disposição. Após passar a noite acordado vendo films noir, abri a janela para sentir a brisa fria da manhã quando ouvi os passarinhos cantando. É a melhor hora do meu dia. Tudo é leve,doce e silencioso...Faz uns três anos desde a última vez que ouvi o Songs About Leaving. Eu havia me esquecido do Carissa's Wierd.O som deles é rotulado de ''slowcore'',''sadcore''. E há ainda quem chame de ''chamber rock''.Enfim, não gosto muito de rótulos. Pra mim, são canções feitas sem pressa, sem guitarras gritantes. Apenas violões, piano e cellos.Delicadas e tristes, são algumas das canções mais belas que já ouvi. É o tipo de som onde só quem tem uma certa sensibilidade saberá apreciar...
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Tom Waits - Live In Austin, Texas (1978)
p.s.: créditos: http://phocomusical.blogspot.com . Não poderia deixar de disponibilizar aqui essa apresentação do grande Tom Waits!E depois escrevo algo decente...que agora estou capotando de sono ;) Zzz...
domingo, 9 de maio de 2010
Benny Goodman - Carnegie Hall Jazz Concert live (1938)
Quando essa apresentação foi feita, a big band já tinha seu nome consolidado por todo o país. Suas canções tocavam sem parar nas rádios. Cada vez mais comerciais, pops, quadradas e rígidas, haviam perdido muito do verdadeiro espírito jazzistico. O swing, quando surgiu, era tido como algo rebelde, fora dos padrões. E a ideia de fazer um concerto formal na maior casa de shows dos Estados Unidos, um lugar repleto de críticos, músicos eruditos, estudantes e pessoas em ternos de gala, apavorou os músicos. Um deles, ao dar uma espiada pelas cortinas antes da apresentação, chegou a dizer: '' Eu me sinto como uma prostituta na igreja''.O show não começou bem. Lento, sem empolgação alguma. Os músicos estavam duros e a orquestra com medo. Até que Genne Krupa, o bateirista, não aguentou mais a situação. Em um break durante uma canção, ele fez um solo de bateria quase cacofônico. Bateu em todas as peças o mais rápido que pode. Foi como se dissessse aos músicos: ''vamos lá, me acompanhem agora!''. E foi exatamente isso o que aconteceu. A orquestra toda pirou e assim foi feito o show mais foda (porque não há outra palavra para descrevê-lo) da história do jazz. Costumo dizer que, lá em 1938, quando o rock'n'roll nem tinha nascido ainda, Gene krupa fez o primeiro solo de bateria do estilo. E claro, esse é um de meus álbuns favoritos. De todos.
sábado, 8 de maio de 2010
Bruce Springsteen - Nebraska (1982)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
The OC - Soundtrack
Mix 6 (2006)ps..: disco 1 ao 5, créditos ao blog http://vicioauditivo.blogspot.com/













