
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Pavement - Wowee Zowee (1995)

Pullovers - Tudo que eu sempre sonhei (2009)
O Pullovers, segundo o myspace dos própios, é ‘’um dos principais nomes do rock alternativo nacional’’ e seu último álbum ‘’já é considerado pela crítica especializada um dos melhores discos lançados no Brasil nos últimos anos.’’Bem, quem ouvir que tire sua considerações e, se possível for, deixem-me a par delas.
Não conhecia a banda. Descobri-a, acreditem, ao procurar por algum lugar que vendesse pullovers na internet! Não gosto de fazer comparações, mas é inevitável às vezes: o Pullovers hora ou outra parece um Los Hermanos que não tenta ser Chico Buarque.
É daquelas bandas pra ouvir enquanto você conversa com os amigos sobre dor de cotovelo. É. Enquanto toma umas cervejas sossegado. Apesar de ter muitas partes irônicas no álbum, obviamente o que me chamou a atenção foram a canções de amor. Algumas, quase inocentes. Como ‘’O Amor Verdadeiro Não tem Vista para o Mar’’, a que mais gostei. Ah, parei de falar.
‘’
Pegou na mão dela
cansou de esperar
Abriu a janela
pra chuva entrar
o amor verdadeiro não tem vista para o mar...
domingo, 6 de dezembro de 2009
NME Class Of '86 (1986)
1986. Bandas novas fervilham por todo Reino Unido. Compactos e flexi discs saem todo mês por gravadoras independentes que se tornam, com o tempo, verdadeiras lendas undergrounds, como a Sarah Records e a Rough Trade.O periódico NME lança, eventualmente, uma fita cassete contendo as novas promessas musicais. E em 1986 não foi diferente. Em uma fitinha marrom, com uma arte simples, a NME compila bandas independentes e semi-desconhecidas da região, que ocupam lado A e lado B. Creio que a banda que ficou mais conhecida após a fita foi o Primal Scream. Mas a que se tornou realmente cult foi a escocesa Pastels.
A k7 Class of ’86, que é mais conhecida simplesmente por ‘’C86’’, firmou os pilares daquilo que passaria a ser chamado de ‘’Indie’’,apelido dado às bandas que vinham de gravadoras independentes, alternativas às major, ao mercado fonográfico e às modinhas vigentes na época. A Atitude, o Visual, o Som e a verdadeira moda que se tornou o que hoje é conhecido como indie,nasceu nessa coletânea, assim como os sub-gêneros: anorak pop, twee pop e a retomada do jangle pop.
Em geral, o estilo de todas as bandas inevitavelmente ainda carrega um resquício do post- punk. Mas as guitarras limpas e melódicas dos Byrds também estão presentes e há também uma certa inocência quase infantil e feliz que ficou conhecida como twee pop.
Cada banda presente nessa tape merece um post, e aos poucos postaremos algo por aqui. Se você gosta de alguma banda indie, mesmo que ‘’indieretamente’’, ela tem relação com a C86. Eu, particularmente, gosto de ouvir as bandas que influenciaram as bandas que gosto, sempre acabo descobrindo mais e mais coisas boas assim. Aliás, essa k7 é uma raridade, difícil até mesmo de ser achada na internet…so enjoy it!
Lucil Jr.
- Primal Scream - “Velocity Girl”
- The Mighty Lemon Drops - “Happy Head”
- The Soup Dragons - “Pleasantly Surprised”
- The Wolfhounds - “Feeling So Strange Again”
- The Bodines - “Therese”
- Mighty Mighty - “Law”
- Stump - “Buffalo”
- Bogshed - “Run to the Temple”
- A Witness - “Sharpened Sticks”
- The Pastels - “Breaking Lines”
- Age of Chance - “From Now On, This Will Be Your God”
- The Shop Assistants - “It’s Up to You”
- Close Lobsters - “Firestation Towers”
- Miaow - “Sport Most Royal”
- Half Man Half Biscuit - “I Hate Nerys Hughes (From The Heart)”
- The Servants - “Transparent”
- The Mackenzies - “Big Jim (There’s no pubs in Heaven)”
- Big Flame - “New Way (Quick Wash And Brush Up With Liberation Theology)”
- Fuzzbox - “Console Me”
- McCarthy - “Celestial City”
- The Shrubs - “Bullfighter’s Bones”
- The Wedding Present - “This Boy Can Wait”
Post originalmente publicado em Life's Too Good, blog em que escrevo também.
Bon Iver - Live At Glastonbury DVD (28/06/2009)




Justin Vernon e seus amigos deixaram de lado boa parte da atmosfera acústica de sua banda Bon Iver ao se apresentar no Glastonbury. Aqui está a apresentação na íntegra. No começo eu estranhei um pouco os ruídos sonoros, mas logo me acostumei, e até gostei da nova roupagem das músicas. Fecharam com uma versão quase épica de The Wolves (Act I and II). Apesar de todo o Hype e blah blah blah, das bandas atuais/recentes, essa continua a ser uma de minha s preferidas.p.s.: logo terei mais tempo e postarei mais álbuns por aqui. Abraço h.h
terça-feira, 24 de novembro de 2009
The Byrds - Discografia Completa




sábado, 21 de novembro de 2009
The Byrds - Turn! Turn! Turn! (1965)
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sábado, 14 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Miou Miou - La la grande finale (2006)
Escaleta, palmas, vibrafone, sintetizadores sutis e uma garota tcheca de grandes olhos azuis que canta em francês. É twee pop e não tem nada de novo.O que significa: canções leves, animadinhas e confortáveis. Mas fazer o quê? Tenho uma queda por garotas que cantam em francês. Todas elas.Ai ai...Às vezes a melancolia vai embora e fica o conforto.Como hoje: um dia nublado, em que tomei expressos solitário, em Cafés pela cidade, com o olhar distante. Conforto...e saudade também.
Cat Stevens - Tea For The Tillerman (1970)
Senha:lanuevamusicaclasicaMas apesar de ser pop, Cat está longe de ser superficial. Cada canção é única;em comum,só uma coisa: a sinceridade que transparece em cada nota, em cada frase cantada.E após vários anos sumido,Cat voltou em 2006, com outro nome, mas com a mesma mágica.
Cat Stevens me dá paz. Tranquilidade.Só de olhar a arte da capa já sinto-me assim. É o tipo de música pra ouvir deitado na cama, com as mãos cruzadas na nuca e com um sorriso bonito no rosto.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Built By Snow – Mega (2009)

Oh with your red jacket on
You drain me through
Oh i should bury my mind
And forget about you
But you got some strange powers over me
Changing minutes of my memory
Just like pac man my brain eats beats
And takes it slow so slow
Lets take it slow slow slow slow slow
All the weird kids know
How to take it slow
So lets take it slow
Yeah with my plastic glasses on
I don't care a care a care at all
It's an attraction magnet
And it keeps pulling both of us apart
I'm a weird kid so
Come with me let's go!
Sou apaixonado por teclados, em especial, por escaleta e sintetizadores, dois instrumentos frequentes quando o assunto é alguma banda de indie pop ou folk. E os meninos do Built mandam bem! Arranjos simples, minimalistas, grudentos e mesmo assim, que não causam enjôo após a primeira audição. Ok...sei que daqui a pouco vou cansar de tanta alegria e animação, mas hoje não fui à faculdade, e tenho um dvd aqui cheio de jogos antigos dos video-games citados na primeira linha. Então vou me dar esse luxo...curtir a nostalgia desses games pelo resto da noite, ao som de Built by Snow.

''Catchy keyboard indie pop rock with an explosion of velcro melodies and magnetic hooks that hit your brain like an Atari blasting out of a bazooka.''
domingo, 25 de outubro de 2009
Entertainment ForThe Braindead - Hydrophobia (2008)

Minha realidade é suja.Feia.Por isso preciso constantemente de canções bonitas.Para poder sobreviver.''Músca Antes de Mais Nada''. Não fosse a música, eu não estaria vivo. Ouço todos os dias o dia todo, desde que me entendo por gente.Necessito de música para continuar.É essencial para mim.
Entertainment For The Braindead. Não se deixe levar pela impressão causada por esse nome estranho. É um folk recheado de violões, ukuleles, flautas e silêncio. E é um pouquinho experimental também. Mas não espere nada de ''noise''. Se trata de uma one-girl-band. Julia Kotowski escreveu todas as canções e gravou na casa de seus pais, utilizando apenas um microfone conectado em seu lap top, o que provoca aquela intimidade lo-fi tão boa, de conforto e introspecção. Ouvir essas canções é como poder ''ouvir'' os sentimentos de quem as fez. Pura delicadeza.
domingo, 4 de outubro de 2009
Juno - Original Movie Soundtrack (2008)

The Lords Of The New Church - Killer Lords (1985)
Meu primeiro contato com essa banda foi em um dvd chamado ''Goth Box - The dvd companion'', uma coletânea de videos de bandas de gothic rock da Cleopatra recs. A música era Open Your Eyes. Gostei na hora! Stiv cantando com seu jeitão de dark junkie, a linha de baixo bem funkeada, os backin' vocals, os metais, o refrão animado...tudo contagiou-me. Eles eram darks mas não eram forçados como a maioria das bandas da época. Como o The Cure, em meio à escuridão, é possível notar no Lords algo de alegre.Lords Of The New Church é um supergrupo superunderground superbom de post punk que foi formado em 1982 e que durou até 1989.Com Stiv Bators do ''Dead Boys'', Brian James do ''The Damned'' , Dave Tregunna do ''Sham 69'' e Nicky Turner do ''Barracudas''. A banda lançou pouca coisa, três álbuns, alguns sinlges, um Ep e um Live. Stiv Bators, ao contrário da superbanda, não era super e morreu atropelado por um carro em Paris em 1990 (nossa, foi horrível essa...mas faço esse post em um domingo à noite, então considere...) Eles voltaram em 2003 e até gravaram um cd, mas sem Bators..nem vale a pena perder tempo ouvindo.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Ride - Nowhere (1991 - Remastered at 2001)

Resposta: Um dos melhores álbuns dos '90, Nowheeeeeere!
O Ride é demais.Ponto. É um som poderoso, empolgante,com as típicas características shoegazin': paredes de guitarras, vozes lentas, tranquilas, e uma dose certa de psicodelia misturada às melodias frias do pop britânico. É difícil falar do Ride. Ouça.
domingo, 20 de setembro de 2009
Etta James - At Last! (1961)
Postado por: Isabelle
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Teenage Fanclub - Howdy! (2001)
Já que está um calor e tanto esses dias e a chuva se foi, vou entrar no clima. Nada de folk songs melancólicas hoje. Ok, talvez um pouquinho melancólicas...se trata do Teenage Fanclub, mais uma de minhas bandas escocesas preferidas.O Teenage mora em meu coração. E ''Howdy!'' é o meu preferido deles.São músicas coloridas, agridoces, cheias de arranjos sutis de cordas e orgãos. Segundo a Rolling Stone, ''cada canção é como um raio de sol limpo e brilhante sobre paisagens escocesas''. São simples, ensolaradas, para dias leves. As letras seguem um tema em comum: o de alguém em busca de direção, de um amor. É as melodias, ahhh...deixam-me com um sorriso sincero sempre que ouço. segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Paul Mccartney - Flaming Pie (1987)
Era um dia de sábado de verão, desses de calores insuportáveis.Meu amigo Andrew e eu sempre assistíamos ao programa Alto Falante e gravávamos os videos musicais em VHS.Nesse dia o programa nem foi tão bom.No fim, após uma breve notícia sobre Paul Mccartney,passaram o video de ''Young Boy''.Nunca fui muito fan da carreira do Paul pós Beatles, mas sei lá por quê, resolvi gravar.Ainda bem! Foi uma surpresa.A leveza da melodia da canção contagiou-me na hora e Paul, no video, cantando, dançando e curtindo tudo como um moleque, fez com que eu gostasse ainda mais de tudo. Via e revia esse video sempre, até há alguns anos, quando meu VHS estragou e comprei um aparelho de DVD. É a evolução...Com o tempo, até esqueci dessa música que gostava tanto.
Eis que, nove anos após ver o video dessa canção na Tv e até ter esquecido dele, Estou caminhando pelas ruas de Guaxupé, em um sábado ensolarado que lembrava aquele de anos atrás, e avisto uma minúscula e antiga loja de cds. Entrei e comecei a procurar por alguma preciosidade esquecida nas estantes . Já estava quase indo embora sem encontrar nada legal, quando bati os olhos na carinha do Paul Mccartney .Era Flaming Pie. Pequei sem muita empolgação o álbum, todo empoeirado,esquecido alí há não sei quanto tempo. Li a lista de canções na contracapa. ''Young Boy'' estava entre elas. Lembrei na hora do outro sábado, o que eu ouvi a primeira vez essa música. Senti-me nostálgico, sorri. Eu havia encontrado a minha preciosidade.
Flaming Pie é empolgante, ensolarado e tem aquele feelin' dos '60, mas sem soar datado. Tem participações de grandes músicos e amigos de Paul, como Jeff Lynne (Eletric Light orchestra, The Traveling Wilburys), Steve Miller, além dos ex-companheiros de Beatles George Martin e Ringo Starr. Alguns, como eu, consideram esse o melhor trabalho do homem após os Beatles.E volto aqui a dizer: é melhor do que 99,9% dos trilhões de bandinhas que vemos por aí...
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
The Jesus and Mary Chain - Darklands (1987)

to talk in rhyme
with my chaotic soul...''
A sensação que tenho ao ouvir o Darklands é a mesma de enrolar-me em um cobertor macio e deitar-me na cama, no escuro, em um dia de inverno bem frio e chuvoso. O nome disso pra mim é conforto.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Sparklehorse - Discografia (Complemento)
Danger Mouse And Sparklehorse - Dark Night Of The Soul (2009)
Imagina um projeto envolvendo Black Francis (Pixies), Julian Casablancas (Strokes), The Flaming Lips, Nina Persson (Cardigans), Iggy Pop, Suzanne Vega, Gruff Rhys (Super Furry Animals), Vic Chesnutt (Elf Power), Jason Lytle (Grandaddy), James Mercer (The Shins), Sparklehorse, David Lynch (sim, ''O'' Lynch) e Danger Mouse (produtor de Beck, The Good, The Bad and The Queen, Gnarls Barkley). Imaginou? Agora só ouvir então! Nem dá pra falar muito de algo assim. Fueda és poco!E tem também esse álbum abaixo, que foi gravado com Christian Fennesz, músico australiano. Logo escrevo algo decente sobre esses dois álbuns aqui, prometo.
domingo, 23 de agosto de 2009
Son House - The Complete Library of Congress Sessions (1941-1942)
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
The Vaselines - The Way Of The Vaselines - A Complete History (1992)
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Dinosaur Jr - Farm (2009)
Em minha opinião já é o melhor álbum do ano.

domingo, 26 de julho de 2009
Life is too good!
A url é http://lifeistoogood.tumblr.com/
Life is too good!
Elvis Costello - My Aim Is True - 1977
Favor não confundir o nome com o outro Elvis, e nem confundir a foto com o Buddy Holly nem com o Rivers Cuomo.
O Costello foi o primeiro indie do mundo. E até hoje, seu som é melhor do que 99,9% de todas as bandinhas indies que nascem todo dia da grande mamãe chamada ”Hype”. A única bola fora dele é ser casado com a Dianna Krall; esse é o seu primeiro álbum (do Elvis, não dela) e se chama ''My Aim Is true''.
Elliott Smith - Either/Or (1997)
Elliott Smith é um de meus músicos preferidos. Não sei por que até agora eu não havia postado nada dele no blog. Either/Or é o que eu mais gosto. Canções lo-fi agridoces para corações partidos.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Bon Iver - Blood Bank
Pedro The Lion
Whole (1997)

It's Hard to Find a Friend (1998)

The Only Reason I Feel Secure (1999)

Winners Never Quit (2000)

Progress (2000)

Control (2002)

Achilles Heel (2004)

Tour EP '04 (2004)

Stations (2004)

terça-feira, 30 de junho de 2009
Nietzsche Cywisnki

Aqui no Brasil temos algumas bandas respeitadas, e também uma molecada nova que anda fazendo muito ruído por aí. Um deles é o meu amigo Nietzsche Cywisnki (myspace aqui), que teve matéria publicada essa semana na Uol/Mtv (clique para ler). Acompanho o Nit desde quando nos conhecemos pela net, em 2007 e, como sempre digo, ele tem uma sutileza e um talento natural para escrever e compor. No myspace é possível conhecer algumas de suas canções . E aproveitando o assunto, deixo aqui uma coletânea de shoegaze com bandas nacionais (incluindo uma música do Nit ).

2 - Bandini - The last accolate
3 - Sonic Disruptor - Plastic Sunny Car
4 - Team Radio - Puffy Kid
5 - A Sea of Leaves - Permanent Wave
6 - Low Dream - I Never Had Sugar Dreams
7 - The cigarretes - Different Stories
8 - Nocturno - Différence et répétition
9 - Inverness - Kites
10 - Pin Ups - Candle
11 -Second Come - Run
12 - Inverness - Astral Slide
13 - Pin ups - Loose
14 - Brincando de deus - Til you come
15 - Wry -Never Sleep
16 - Nietzsche Cywisnki - Aurora Experimental
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Chris Garneau - El Radio (2009)

Violoncelos, violinos, acordeon.The Leaving Song, a primeira canção do álbum novo álbum do Chris. Logo de cara, uma música pra lá de intensa. Eu que já não sou uma pessoa alegre logo pensei: se o álbum continuar assim, vai acabar comigo. E para a minha surpresa, a segunda canção já é mais animadinha. Esse menino tem uma capacidade fora do comum de conseguir transormar sentimentos em música. Consegue criar pop songs sublimes, delicadas e intensas. O álbum todo é como uma montanha russa de sentimentos. A melancolia se faz presente do começo ao fim, mas há momentos alegres, infantis e confortantes também.
Sempre digo que a tristeza pode ser bela. Eis um exemplo disso bem aqui.
domingo, 21 de junho de 2009
Patrick Park

Loneliness Knows My Name (2003)
Acordar cedinho. Pulôver, cachecol. Um capuccino bem quente com chantilly, naquele Café de sempre. Um cd em mãos pra curtir pela manhã, enquanto trabalho. Meu primeiro dia de inverno, a melhor estação do ano. Tudo ganha uma cor diferente no inverno. As pessoas ficam mais bonitas (mais vestidas, no caso do Brasil, principalmente), o sol fraco, ilumina tudo de um modo peculiar. Fico mais feliz no frio.
Lucil jr
Isabelle Simões




















